institucional · quem somos
Quem escreve o que você lê.
Liliane Doretto é delegada de polícia em São Paulo, com 28 anos de carreira. A curadoria editorial da plataforma é dela: cada ficha, cada roteiro e cada aviso passa pela leitura de quem ouve a versão da vítima de dentro da delegacia.
Delegada de polícia · 28 anos de carreira · São Paulo
a curadoria
Clareza para agir desde o primeiro momento.
A plataforma nasceu de uma constatação simples de quem passou a carreira atrás de um balcão de delegacia: a maior parte das pessoas que chega já perdeu prova, prazo ou a chance de registrar do jeito certo. Não por descuido. Por não saber, no minuto em que precisava saber.
Em segundos, a plataforma mostra o que fazer agora, quais provas guardar, o que a lei diz e para onde ligar. Assim, a pessoa consegue agir cedo e chegar aos canais oficiais mais preparada.
Saber o que fazer nos primeiros 30 minutos pode mudar o rumo do caso inteiro.
delegada de polícia · 28 anos de carreira · SP
o sonho
Uma plataforma para quem não sabe por onde começar.
A ideia não nasceu de uma oportunidade de mercado. Nasceu de repetir a mesma explicação, do outro lado do balcão, por 28 anos.
Quem trabalha numa delegacia assiste à mesma cena se repetir: a pessoa chega depois. Depois de apagar a conversa, depois de lavar a roupa, depois de aceitar o acordo, depois do prazo que ninguém avisou que existia. Quase nunca por descuido. Por não saber, no minuto exato em que precisava saber, que aquilo importava.
O sonho por trás desta plataforma é simples e teimoso: colocar no bolso de qualquer pessoa aquilo que, até agora, dependia de conhecer alguém. Que a orientação certa chegue igual para quem tem advogado na família e para quem nunca pisou numa delegacia na vida.
Para quem não tem a quem perguntar
Quem tem advogado na família, ou um conhecido na delegacia, atravessa a primeira hora sabendo o que fazer. A maior parte das pessoas não tem nem uma coisa nem outra, e é essa diferença que decide caso.
Para quem nunca ouviu falar disso
A plataforma não presume nenhum conhecimento anterior. Não sabe o que é boletim de ocorrência, não sabe se aquilo é crime, não sabe se vale a pena registrar: todas as três são portas de entrada previstas.
Para quem foi deixado sem amparo
Idoso, adolescente, pessoa em situação de rua, trabalhador migrante, mulher que depende financeiramente de quem a agride. São os que mais desistem no meio do caminho, e os que a triagem foi desenhada para não perder.
Sem cobrar por isso
Para a pessoa em risco a plataforma é gratuita. A frente empresarial oferece protocolo e treinamento aos estabelecimentos que aderem à Rede. Orientação à vítima não é o produto que se vende.
Agir o quanto antes ajuda a resolver o problema o quanto antes. Essa é a frase inteira do produto, e é por ela que ele existe.
quatro pilares
No que a plataforma se apoia.
Os mesmos quatro que estão publicados dentro do app, sem versão de vitrine.
Privacidade real
Não vendemos dados. Não rastreamos para publicidade. LGPD desde o desenho.
Orientação curada
Cada ficha é escrita pela delegada. Não é IA copiando código penal.
Tempo importa
BO em 24h, Pix em 80 dias. Mostramos a janela real de cada ação.
Sem julgamento
Sua versão importa. Não tem certo ou errado em buscar ajuda.
método editorial
Como o conteúdo é escrito.
São 90 fichas publicadas, 715 passos de roteiro e uma árvore de triagem com 46 perguntas. Nada disso é gerado automaticamente.
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Quem escreve é quem toma o depoimento
A curadoria editorial é de uma delegada de polícia em exercício, com 28 anos de carreira em São Paulo. O que está numa ficha é o que ela orientaria no balcão.
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Toda ficha tem base legal
Artigo, descrição, pena em destaque e link para a fonte oficial. Mais agravantes, tipo de ação penal, prescrição, provas para guardar e data da última revisão.
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A confiança de cada ficha é declarada
Cada uma carrega o grau de confiança da curadoria e a data de revisão. Conteúdo jurídico envelhece, e esconder isso seria o mesmo que mentir devagar.
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Crime grave nunca é orientado a boletim pela internet
Estupro, homicídio e latrocínio exigem registro presencial, por regra da Polícia Civil de São Paulo. Isso virou campo do modelo de dados, não frase de conteúdo, para o aviso sobreviver a qualquer reescrita.
a operação por trás
Existe uma operação por trás, não só software.
Alertas e pedidos de apoio chegam a um painel operacional. O acesso é controlado em três camadas: o menu esconde, a rota bloqueia e o servidor recusa.
Praticamente toda ação da equipe gera registro de auditoria com antes e depois, incluindo a simples leitura do perfil de uma cidadã. Não existe rota para editar nem para apagar esse registro.
21 telas no painel de operação
30 permissões em 6 grupos
5 modelos de cargo prontos
O que a pessoa não pode fazer some do painel.
E o servidor recusa mesmo que ela tente. A frase está escrita na própria tela de permissões, para quem opera saber que a regra não é de fachada.
como usar a plataforma
Cada orientação leva ao próximo passo.
Use as fichas para entender a situação, preservar provas e encontrar o canal adequado. Em risco imediato, ligue 190. Para defesa jurídica individual, procure a Defensoria Pública ou uma profissional da advocacia.